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20 janeiro, 2010

024 - MATRIZ ENERGÉTICA DA BAHIA

BAHIA TERÁ NOVA MATRIZ ENERGÉTICA

Data: 13/01/2010

Autor: Da redação

Fonte: Agecom

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Conteúdo:" A proposta de uma nova matriz energética para a Bahia foi discutida terça-feira (12), na Secretaria do Planejamento (Seplan) por, representantes de diversas secretarias do Governo do Estado. A discussão girou em torno da necessidade de uma matriz mais limpa, com a participação maior das energias renováveis, a exemplo da eólica e solar.

Segundo o diretor de Planejamento Econômico da Seplan, Roberto Fortuna, a idéia deste encontro é juntar esforços para a elaboração de um Termo de Referência para contratação, por meio de processo licitatório, de uma consultoria especializada.

“Este novo estudo vai subsidiar uma política pública de energia adequada à questão ambiental”, afirmou. Segundo Fortuna, já existem mapeamentos que facilitariam a interiorização da produção de energia. “A região litorânea e principalmente a região do rio São Francisco possuem um bom potencial eólico”, exemplifica.

De acordo com o diretor de Política Territorial da Seplan, Benito Juncal, a Bahia possui potencial para a atração de empreendimentos que produzam energias renováveis. “É preciso diversificar, limpar a matriz energética e construir um plano de desenvolvimento sustentável”, afirma.

Participaram da reunião representantes das Secretarias do Planejamento (Seplan), de Infra-estrutura (Seinfra), do Meio Ambiente (Sema), de Indústria e Comércio e Mineração (Sicm), da Fazenda (Sefaz) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti)."

COMPANHEIROS (AS)

Embora tardia, essa discussão chega em boa hora.

Durante quatro anos em que militei no Conselho Estadual de Meio Ambiente, levantei numerosas vezes, questionamentos sobre o modelo atual, em que parece ser prioridade a implantação de termelétricas, política que vai na contramão de todo o movimento global de reparação do planeta.

Reconheço que a mobilização empresarial para construção de termelétricas no território baiano não atende necessariamente a uma política do nosso estado, mas a uma demanda gerada no âmbito do Governo Federal, quando editou vários leilões para atender a essa modalidade de geração de energia. É com satisfação que reproduzo matéria gerada pela AGECON, dando conta do interesse do nosso estado debater o atual modelo, fato que poderá abrir perspectivas à adoção de uma matriz mais limpa para atendimento das nossas demandas. Um grande abraço a todos e todas ! Fernando de Oliveira 71-9202-2107 verdeterra07@gmail.com